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Município de Lousada cria campanha de Vacinação (+65 anos) contra a Gripe também nas Farmácias
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Município de Lousada cria campanha de Vacinação (+65 anos) contra a Gripe também nas Farmácias

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O Município de Lousada em articulação com as nove farmácias do concelho concertaram esforços no sentido de retirar pressão junto dos Centros de Saúde no âmbito da Vacinação contra a Gripe para as pessoas com mais de 65 anos. Este cenário é possível mediante a parceria existente entre o Município e a Associação Dignitude, cujo objetivo passa por proteger a população mais vulnerável através da administração da Vacina da Gripe nas farmácias Lousadenses. 

Esta medida designada de “Vacinação SNS Local”, pretende descentralizar e ajudar o Serviço Nacional de Saúde, numa parceria entre o Município, a Associação Dignitude e a Associação Nacional de Farmácias. 

De acordo com a Dra. Paula Tavares, diretora de uma das farmácias de Lousada “esta campanha tem decorrido muito bem. O facto de as farmácias estarem a agendar dia e hora com os utentes, tem permitido gerir o dia-a-dia e evitar aglomerações de pessoas”. 

Apesar da procura ser ainda elevada “esta é uma altura em que temos de nos unir e todos temos de contribuir. Se as farmácias têm os meios para aliviar um bocadinho da pressão ao SNS, porque não fazê-lo?” – destaca ainda a Dr. Paula Tavares. 

As farmácias de Lousada estão a receber, ao abrigo deste protocolo com o Município, uma série de vacinas para administrar aos utentes com mais de 65 anos, até um limite de 3261 beneficiários, representando, desta forma, menos pessoas a deslocar-se ao Centro de Saúde. 

Ainda na opinião da representante das farmácias locais, “o Município percebeu imediatamente que esta seria uma mais-valia tanto para os Lousadenses como para os Centros de Saúde, que não têm mãos a medir nesta altura, portanto, acredito que conseguimos ajudar um bocadinho, com as ferramentas que nos foram fornecidas. É certo que foi a primeira vez que o Estado Português fez uma parceria do género com as farmácias e naturalmente, existem algumas arestas a limar, nomeadamente, o número de vacinas destinadas a este projeto, que não cobriram as quantidades protocoladas por todos os concelhos que assinaram o protocolo, mas acredito que este foi o primeiro passo para quem sabe, no futuro, se continuar com este tipo de iniciativas”. 

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