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Proteção Municipal de Paredes resolveu mais de 878 ninhos de vespa asiática em três anos

por admin

Os dados dos últimos três anos indicam a resolução de mais de 878 ninhos de vespa velutina, conhecida por vespa asiática.

O Serviço Municipal de Proteção Civil de Paredes, em 2019 reporta a eliminação de 461 ninhos de vespa velutina, em 2020 foram eliminados 393 vespeiros e em 2021, até à data, 24 ninhos desta espécie invasora foram exterminados.

De salientar que Paredes, Rebordosa, Lordelo, Gandra e Recarei são as freguesias mais afetadas com a existência de vespeiros.

O Vereador da Proteção Civil do Município de Paredes, Elias Barros, sublinha que “neste momento o prazo médio de resolução é de 24 horas e não existe nenhum ninho a aguardar intervenção”.

Recorde-se que até 2019 “o procedimento consistia na inceneração dos vespeiros durante a noite, o que acarretava limitações ao nível da altura a que era possível a eliminação dos mesmos, bem como limitações em determinadas alturas do ano, devido ao risco de incendio, e implicava a colaboração das corporações de bombeiros do Concelho de Paredes para salvaguardar qualquer ocorrência. A percentagem de ninhos eliminados rondava os 90%.”, refere o Vereador Elias Barros.

Atualmente, além dos elementos da Proteção Civil do Município, o trabalho de combate à vespa asiática é feito em parceria com a Associação Nativa – Natureza, Invasoras e Valorização Ambiental, entidade sem fins lucrativos especialista em espécies invasoras.

Refira-se que “o procedimento é agora de envenenamento dos vespeiros e atuação durante o dia, que permite uma resolução mais célere e com menos custos. Com esta mudança de método foi possível resolver todos os ninhos reportados”.

Por outro lado, existiu também um decréscimo no número registos de vespeiros reportados de 2019 para 2020, este número poderá dever-se à pandemia e ao confinamento.

A Câmara Municipal de Paredes desenvolve anualmente diversas ações para sensibilizar a população para a temática da vespa velutina, sendo notória a maior identificação da espécie invasora e um menor número de registos de outras espécies, bem como uma comunicação mais célere nos locais apropriados, o Serviço Municipal de Proteção Civil e as Juntas de Freguesia.

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