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Casa da Cultura de Paredes acolhe espetáculo “Brancas Memórias” da companhia Astro Fingido

por S. Ferreira Rafael Telmo
Casa da Cultura de Paredes acolhe espetáculo “Brancas Memórias” da companhia Astro Fingido foto: Paulo Pimenta

Este sábado, dia 29 de janeiro, pelas 21h30, a Casa da Cultura de Paredes será o palco da estreia da peça de teatro “Brancas Memórias” da companhia Astro Fingido.

O espetáculo é para maiores de 12 anos. A entrada é gratuita mas com reserva de lugar obrigatória através dos contactos: 255 780 446 ou cultura@cm-paredes.pt

Tendo em conta a situação pandémica é obrigatório a apresentação de Certificado Digital Covid, certificado de recuperação ou teste negativo.

“Brancas Memórias” pela companhia Astro Fingido

SINOPSE:

BRANCAS MEMÓRIAS
QUEM SE LEMBRARÁ DE NÓS?

Quando falamos de memória, falamos sempre de algo pessoal. Podemos ter experienciado as mesmas situações, mas as memórias que guardamos delas são necessariamente diferentes.

Com este espetáculo falamos, então, de recordações de gente concreta, habituada a utilizar a memória como ferramenta de trabalho; atrizes que se dispuseram a dar-nos o seu generoso contributo também sobre a perda de memória, situação por que passaram as suas mães.

Cada vez mais as ‘doenças do esquecimento’ nos circundam. Todos conhecemos casos mais ou menos próximos e é, portanto, urgente falar-se dessa perda irreversível que afeta não só o indivíduo que a sofre, mas também todos os que a ele permanecem ligados como cuidadores. Perdem-se faculdades, perdem-se funções, perde-se identidade. O que resta afinal?

Quisemos criar um espetáculo que falasse do Teatro e da Vida. Do esquecimento passageiro, tão banal quanto assustador, mas momentâneo, que acontece no teatro (as célebres brancas que todos os atores tão bem conhecem!), mas também da função da memória na construção da vida individual e coletiva.

Três mulheres entram numa casa devoluta para resgatar o passado. Três atrizes de teatro, essa arte cénica do efémero de que só resta o que conservamos na memória.

Combinamos todos estes elementos num espetáculo que, embora reverente, pelos conteúdos, se quer trágico, cómico e desempoeirado como deve ser a obra teatral.

Créditos fotográficos: Paulo Pimenta

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